Performance Esportiva

Viver alto, treinar baixo por 21 dias: efeitos em corredores competitivos

Corredores que viveram mais de 12 horas por dia em altitude simulada de 3.000 m e treinaram ao nível do mar melhoraram economia de exercício, VO₂ máximo e desempenho nos 3.000 m em comparação ao grupo controle.

O que este artigo investigou

Vinte e quatro corredores competitivos foram distribuídos entre viver alto-treinar baixo (LHTL) e viver baixo-treinar baixo (LLTL). Durante 21 dias, o grupo LHTL permaneceu mais de 12 horas por dia em ambiente normobárico equivalente a 3.000 m e realizou o treinamento em normoxia.

Título original
Living High-Training Low for 21 Days Enhances Exercise Economy, Hemodynamic Function, and Exercise Performance of Competitive Runners

O que vale destacar

  • O grupo LHTL apresentou maior melhora no VO₂ máximo do que o grupo que viveu e treinou ao nível do mar.
  • O desempenho no contrarrelógio de 3.000 m melhorou mais no grupo LHTL.
  • As diferenças foram acompanhadas por melhor economia de exercício e função hemodinâmica, sem interação significativa nos parâmetros hematológicos avaliados.
Aplicação prática
O estudo mostra que o benefício do LHTL pode ocorrer por uma combinação de economia de exercício e ajustes cardiovasculares, e não apenas por mudanças hematológicas.
Artigo original em PDFLiving High-Training Low for 21 Days Enhances Exercise Economy, Hemodynamic Function, and Exercise Performance of Competitive Runners
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